ATENÇÃO: CERPM MANIFESTA-SE SOBRE A PREVIDÊNCIA DOS POLICIAIS MILITARES

CERPM divulga NOTA sobre militares na nova Previdência

Alardeados com a nova proposta da reforma da Previdência, as entidades integrantes da CERPM – Coordenadoria das Entidades Representativas dos Policiais Militares do Estado de São Paulo – se reuniram em Assembleia Extraordinária no dia 8 de dezembro de 2016, na sede da AOPM – Associação dos Oficiais da Polícia Militar, para discutir sobre o assunto e providências a serem tomadas.

Além dos representantes das entidades, a reunião contou com a presença do capitão Clodoaldo Cordesco Araújo e capitão Alexandre Vitorino Roldam, da Assessoria do Comando-Geral da PMESP.

Durante a reunião, ficou acordado entre as entidades enviar representantes à Câmara Federal no dia 14/12 para acompanhar a proposta e realizar visita aos gabinetes dos deputados federais militares, para agradecer o empenho para a retirada dos militares da nova proposta da reforma previdenciária e solicitar apoio total caso surja novo fato que possa prejudicar os militares.

Veja NOTA DE IMPRENSA da CERPM que apresenta as peculiaridades da profissão dos Militares Estaduais, exigindo respeito aos direitos da classe.

Sobre a exclusão dos militares na reforma da Previdência
No dia 5 de dezembro de 2016, o Governo Federal encaminhou à Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 287/2016 que altera dispositivos da previdência social; e os policiais e bombeiros militares estavam incluídos.

A proposta impactaria o sistema previdenciário dos policiais militares, que seriam prejudicados com o aumento da idade mínima da aposentadoria para 65 anos e alteração do cálculo dos proventos, onde o aposentado teria uma redução em seus vencimentos.

Devido à pressão nacional das entidades de classe de policias e bombeiros, indicando os prejuízos que essa decisão causaria retirando garantias e condições de trabalho adequado daqueles que colocam suas vidas na linha de defesa da sociedade, no dia 6 de dezembro, o Ministro da Defesa, Raul Jungmann, apresentou um novo texto sem menção aos policiais militares.

De qualquer forma, ainda permanecem pontos na proposta que devem ser ajustados e que exige atenção constante para que não venham prejudicar a classe policial militar futuramente.

O momento é de união entre todas as entidades, como o Comando Geral da PMESP, o Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares e todas as associações representativas do Brasil que estão empenhados na defesa dos direitos dos militares.

 

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